sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Relato Sobre PPP no CEM 111

Educar é revolucionar. Sabemos que uma revolução não ocorre do dia para a noite, é preciso planejar, perseverar e estar consciente da transformação que ela pode e deve trazer. Quem deseja fazer uma revolução acredita que tem muita coisa errada acontecendo e que somente uma total renovação pode se conseguir conquistar o mundo.
Isso acontece do mesmo modo com a Educação. Visto que a Educação é um processo lento, gradual e contínuo, que exige das pessoas nela envolvidas, otimismo, perseverança, união, e acima de tudo, amor, pois “quando a gente gosta é claro que a gente cuida”. Educar é também cativar, “tu és eternamente responsável por aquele que cativas”.
É com esse pensamento que se apresenta este projeto poítico pedagógico (PPP) de trabalho de gestão: Administrativa, Financeira e Pedagógica desta instituição educacional e possa ser discutida e avaliada para que todos juntos, possam, finalmente, transformar uma escola democrática, participativa e cidadã.
Para tanto, é mister colocar, em primeiro plano, alguns objetivos necessários para que essa revolução aconteça. Sabemos, ainda, que estes objetivos somente serão alcançados com o encanto, o apoio e o fazer do grupo de professores, o grupo de profissionais da educação e todos os segmentos da comunidade escolar. Pois, conforme o pensamento do poeta e músico Raul Seixas quando diz  que “Sonho que se sonha só é um sonho. Sonho que se sonha junto é realidade”.
Deve-se sim, sonhar de olhos abertos, sonhar junto com todos os responsáveis pela educação do CEM 111. Sonhar uma escola aconchegante e acolhedora. Sonhar um grupo de professores unidos pelos menos ideais. Sonhar uma comunidade escolar que ame a sua escola.
Uma inovação da proposta pedagógica é a formação continuada dos professores, antiga demanda do corpo docente, que é ministrada pelos coordenadores pedagógicos. Nessa oportunidade – nas coordenações no contraturno – o predicado coordenação pedagógica realmente se faz acontecer, eliminando as antigas reuniões que se prestavam apenas para tratar de aspectos pontuais e leitura de informes gerais.
Os projetos previstos no Plano de ação do PPP são sempre objeto de discussão desde o início do ano, para que tudo seja sempre feito em clima de cooperação e de organização para que todas as ações venho a cabo e que logrem o êxito almejado.
O que se espera é que, finalmente, ao final de cada ano, tenha-se alcançado os nossos objetivos e expectativas depositadas em nós mesmos, como norteadores deste projeto , e toda a comunidade escolar como atores principais da grande revolução educacional, estrutural e pedagógica, conseguida por todos nós.
O Centro de Ensino Médio 111 do Recanto das Emas, que foi inaugurado no ano de 1998. A escola apresenta, atualmente, recursos insatisfatórios ainda que tenha atualmente adquirido mais algumas ferramentas para uso dos professores, tais quais data-shows e televisões, mas que não são suficientes para a demanda do professorado, associados à má utilização desses recursos existentes. Uma série de frustrações dos educadores quanto aos educandos: famílias ausentes no acompanhamento dos alunos/filhos., falta de recursos humanos para agilizar ações determinadas em projetos e planos de ação e desvios de função de funcionários. Essa realidade promove a evasão escolar, repetência, baixo rendimento, depredação do patrimônio e ainda a violência,
Atualmente a escola tem uma sala de recursos, uma orientadora educacional, um laboratório de informática (com 10 computadores) que não é bem aproveitado
um laboratório de química/física (que não funciona), dois laborátorios sem a utilização devida.
A proposta pedagógica dever ser um objeto de constante consulta para se averiguar como estaria sendo implementado suas diretrizes no decorrer das atividades realizadas no ambiente escolar. Para se associar todas as práticas docentes e administrativas sempre no intuito de jamais se distanciar dessa proposta.
É nesse mote que se faz necessária a avaliação temporária de como a comunidade escolar estaria se comportando diante de todo o plano de ação.
A avaliação dos trabalhos deve ser feita com a participação conjunta do corpo docente, direção, orientadores educacionais, servidores além de outros entes que se fizerem necessários, tais como Conselho Escolar, Grêmio Estudantil, Conselho Fiscal etc.
A periodicidade dessa avaliação não será estanque, poderá ser aperfeiçoada com base em experiências anteriores, de modo a otimizar ampliar ou reduzir os horizontes quantitativos e/ou qualitativos que se observarem ser salutares.
A priori a avaliação dos trabalhos da equipe gestora deverá contemplar a execução de suas competências legais e o disposto no termo de compromisso, assinado à época da posse da equipe indicada; após todo o processo seletivo até o momento da reunião, portanto não poderá ser objeto de discussão problemas de ordem administrativa, pedagógica ou financeira de equipes anteriores à atual.
Desde agora fixa-se o período bimestral para a execução dessas reuniões. Devendo essas coincidirem com o fim de cada bimestre.
No ensejo das discussões, deve-se observar se as metas propostas estariam sendo alcançadas; deste modo apontar falhas e propor soluções para que os trabalhos sejam conduzidos satisfatoriamente em busca da melhoria do tão propalado Ideb.

Portanto, a avaliação será de forma coletiva, ouvindo-se todas as partes e registrando em ata todas as suas perspectivas, angústias ou desilusões. Nada impede que se faça simultaneamente individual e por escrito em folha específica se por ventura o acaso o impuser.

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